Voltei do Japão enriquecida com a cultura dos japoneses. O que mais me chamou atenção foi:
- não há policiais rodoviários nas ruas e não se ouve os motoristas buzinando, apesar das ruas serem muito estreitas;
- não se vê garis trabalhando nas ruas e não se encontra uma única sujeira, tudo extremamente limpo;
- não se vê cachorros na rua;
- nas várias cidades que passei vi apenas um mendigo;
- não se vê casais de namorados se agarrando;
- quando acontece uma tragédia, os canais de TV não mostram as vítimas chorando, lamentando, mas mostra uma solidariedade incrível.
- em qualquer terreno baldio, por menor que seja tem plantação ou de arroz, ou de berinjela ou outra qualquer.
- a cada esquina há máquinas de refrigerantes, sorvetes, cervejas e colocando uma moeda cai o que se escolheu. O interessante é que todos respeitam e conservam estas máquinas. Imagine estas máquinas no Brasil!
Nota-se, claramente que o que impera no Japão é o respeito ao próximo, à sociedade e a si mesmo.
Posto algumas fotos enquanto preparo um relatório de anotações que fiz num quase “diário de bordo” durante toda a viagem.
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| Mestre Obuti, eu, Mestre Édem e Meiri, eles que foram nossos guias durante a peregrinação |
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| Em todas as estradas, muito conservadas, há esta proteção concova para evitar poluição sonora. |
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| Em quase todo os templos e igrejas que visitamos tinha que tirar os sapatos |
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| Local onde se aluga bicicletas. Não há guardas e todos devolvem com responsabilidade. |
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| Abigail diante das máquinas de refrigerantes, sorvetes, chás, etc... |
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| Diante de um Templo |
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| Outro Templo |
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| Este foi o único mendigo que vi em todas as cidades que passei |
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| Lembrando do meu pai Mário |
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| Único prédio que ficou em pé depois da bomba atômica |
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| Em Hiroshima, Yoko Ono registrou "A estrada da Esperança" |
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| Um Samurai |
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| As refeições sempre muito bem arrumadas e ornamentadas |
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| Aviso no banheiro de uma da Igrejas PL. Achei interessante o capricho deles |